sexta-feira, 13 de maio de 2016

UFSCar promove Semana da Educação de 16 à 20 de maio.

De 16 a 20 de maio, a UFSCar realiza a XIV Semana da Educação, que neste ano aborda o tema "Identidades dos pedagogos: escola, outros espaços e práticas de resistência". A programação diversificada visa ampliar o debate sobre a atuação dos profissionais de pedagogia em espaços não formais de educação, como em empresas, projetos educativos, movimentos sociais, educação do campo, entre outros. O objetivo é propiciar aos alunos e demais interessados da área o contato com informações ausentes na grade curricular, geralmente focada no professorado ou nos cargos de gestão associados ao sistema escolar. Ao longo dos dias, o evento conta com palestras, mesas-redondas, minicursos, oficinais, feira cultural, roda de conversa e mostras de trabalhos. As inscrições para a Semana são gratuitas e podem ser realizadas em www.semanadaeducacao.comou presencialmente nos dias do evento. Vagas para as oficinas são restritas e terão as inscrições liberadas apenas no final de semana. As atividades acontecem entre 8h30 e 22 horas, em vários locais da área Sul do Campus São Carlos da UFSCar. A programação completa, com datas, temas e locais, pode ser conferida no site do evento. A Semana é organizada por alunos do Centro Acadêmico da Pedagogia (CAPe), com apoio da Coordenação do Curso de Pedagogia (CCPed). Mais informações podem ser obtidas no site do evento ou pelo email semanadaeducacaoufscar@gmail.com.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Cursos e Palestras - UFSCar

Inscrições para o mestrado em Ciência da informação da UFSCar estão abertas até sexta-feira

As inscrições para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação Mestrado Acadêmico em Ciência da Informação da UFSCar estão abertas até sexta-feira, dia 13 de maio. Estão sendo oferecidas 10 vagas. O processo seletivo é constituído por duas etapas classificatórias (prova de compreensão em língua inglesa e avaliação dos projetos de pesquisa) e uma eliminatória (defesa oral dos projetos de pesquisa). O edital do processo seletivo e outras informações relacionadas ao Programa estão disponíveis em www.ppgci.ufscar.br. Outras dúvidas podem ser esclarecidas pelo email ppgci@ufscar.br ou pela página do Facebook do Programa.


UFSCar está com inscrições abertas em curso de especialização em Educação e Tecnologias

A partir do segundo semestre de 2016, a UFSCar, por meio do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (Horizonte), passa a oferecer curso de especialização em Educação e Tecnologias. O curso tem proposta de formação aberta, híbrida, integrada e flexível, de forma que o próprio estudante escolha os componentes curriculares que deseja cursar, se realizará as atividades na modalidade presencial ou a distância e em quanto tempo concluirá a especialização. O curso oferece cinco habilitações (Mídias na Educação; Produção e Uso de Tecnologias para Educação; Gestão da Educação a Distância; Docência Virtual e Design Instrucional - Projeto e Desenho Pedagógico) e, de acordo com a habilitação escolhida, o aluno vai compor sua grade curricular e definir sua trilha pedagógica. Além disso, são previstas condições de atendimento às peculiaridades de cada educando e de oportunidades de personalização da sua formação, adaptando a proposta ao estilo de aprendizagem de cada estudante. As primeiras turmas estão previstas para o segundo semestre de 2016 e as inscrições já estão abertas. Todas as informações sobre a proposta pedagógica, a organização curricular, a metodologia, bem como sobre investimentos, prazos e matrículas estão disponíveis no site do curso. Dúvidas podem ser esclarecidas também pelo email edutec@ead.ufscar.br.


Simpósio Internacional de Ecologia recebe trabalhos até o dia 20 de maio

Está aberto até o dia 20 de maio o período de submissão de trabalhos para o II Simpósio Internacional de Ecologia, evento realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN) da UFSCar. O intuito é reunir especialistas para celebrar os 40 anos de pós-graduação em Ecologia no Brasil. Os trabalhos podem ser encaminhados para o email eventosppgern@gmail.com, com o assunto "Submissão de Trabalho – Código da Inscrição", sendo "código da inscrição" o número gerado durante o cadastramento do boleto. Todas as normas de submissão estão disponíveis no site do evento. O Simpósio acontece entre os dias 16 e 19 de agosto e seu principal foco é discutir a Ecologia no Antropoceno – período definido por Paul Crutzen, em 2000, como o mais recente de tempo geológico da Terra e que tem sido influenciado pelo homem em sentido global. O encontro também objetiva debater os problemas ecológicos causados pelas ações humanas e avaliar e descobrir a falta de pesquisas para mitigar o impacto na conservação da diversidade biológica, processos e serviços ecossistêmicos. Para isso, conta com a participação de palestrantes nacionais e internacionais renomados da área. O Simpósio é aberto a todos os interessados, mas tem como público-alvo alunos de pós-graduação, egressos, docentes e pesquisadores na área de Ecologia. As atividades são realizadas em diversos locais do Campus São Carlos da UFSCar e as inscrições de ouvintes podem ser feitas até a data do Simpósio. Informações como taxa e formulário de inscrição, cronograma completo, horários e locais estão disponíveis em www.eventosppgern.ufscar.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email eventosppgern@gmail.com.

Para entidades de ensino, Fies deve ser prioridade do novo governo.

As prioridades do novo governo na área da educação, a curto prazo, devem ser o Fies e a regulação no ensino superior, defendem entidades do setor. "No setor de educação, o grande diferencial é a volta de investimento em financiamento aos estudantes do ensino superior. As restrições no Fies e o corte do Pronatec causaram uma grande evasão", destacou Janguiê Diniz, presidente da Abmes, associação das mantenedoras de ensino superior.

"O governo precisa informar qual o real orçamento do Fies. Mesmo que seja pouco, é preciso saber de antemão para ter planejamento para investir", complementou Paulo Cardim, presidente do Fórum que representa entidades do ensino superior. 

Cardim critica ainda o modelo de regulação no ensino superior privado que tem três etapas: avaliação, regulação e fiscalização. No entanto, o governo leva anos para aprovar um curso e abertura de unidades ou polos. Além disso, a avaliação dos cursos tem como base a média da nota dos alunos no Enade, exame feito pelos alunos do último ano. Essa nota não impacta o currículo escolar do aluno, o que não gera comprometimento por parte do estudante. "Hoje, só temos a regulação e a fiscalização", disse Cardim. 

Questionado sobre a possibilidade de que o novo ministro da Educação seja o deputado federal Mendonça Filho (DEM­PE), Cardim destacou que a ocupação do cargo por um político sem conhecimento no setor não é exatamente um problema e que no atual momento é importante ele se cercar de bons técnicos, que conheçam a área. "Já tivemos casos em que o ministro era ligado à educação e nem por isso o setor foi menos prejudicado. O mais importante é a composição da equipe técnica do novo mistro. Só com isso é possível fazer uma avaliação", disse Cardim. 

Segundo Janguiê, Michel Temer é um articulador e espera­se que busque nomes fortes para compor os ministérios e, principalmente, para garantir uma fluidez de processos. Janguiê considera positiva a redução no número de pastas. 

O presidente do Fórum criticou duramente as atenções dos governos em educação nos últimos anos. "O governo precisa priorizar de fato a educação. É preciso ações efetivas porque há várias leis como o Plano Nacional de Educação (PNE) e a Lei do Sinaes [legislação que regulamenta as avaliações no ensino superior] que só existem no papel", disse Cardim.

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

✅ Porque deu errado?

O jornal Folha de S.Paulo publicou em 18 de fevereiro o artigo "Reorganização da rede falhou ao ignorar vínculos com escola", de Priscila Cruz, que é presidente-executiva do movimento Todos pela Educação. No texto, a argumentação central de Priscila é: "Entretanto, além do evidente problema de comunicação, o mais grave na proposta de reorganização foi a tentativa de fechar escolas, desconsiderando o vínculo dos jovens, das famílias e dos professores com esses espaços."

Em parte, é verdade o que diz a autora. No entanto, é isso e muito mais… Ou seja, a reorganização da rede falhou ao ignorar a comunidade escolar, os pais, os alunos, os professores e entidade de classe como a Apeoesp, que fez boas críticas à reorganização. A verdade é uma só: o governo não consultou os interessados e quis fechar escolas para cortar gastos. Demitir professores, principalmente. Em seguida, tivemos uma série de protestos e ocupação de escolas no estado. Outro erro: com a reorganização, em muitos casos os alunos iriam estudar em escolas mais longe de seus domicílios.

Resultado: a popularidade do governador Alckmin, do PSDB, caiu muito. Segundo o Datafolha, foi de 48% para 28%. Abriram-se feridas… Preocupado com a queda de popularidade, o tucano adiou a reorganização. De outro lado, as três grandes universidades públicas do Estado – USP, Unicamp e UFABC – manifestaram-se contra o projeto tucano. A mídia, por sua vez, ficou ao lado do governador, como costuma fazer. Porém, com o crescimento das ocupações das escolas, a imprensa foi obrigada a rever o seu posicionamento. E passou a relatar o movimento de pais e alunos.

Pois bem, uma observação necessária: são muitos os fatores que levaram ao fracasso do projeto da reorganização. Entre eles, faltou diálogo com pais e alunos, faltou informação e faltou um debate mais aprofundado com a sociedade acerca das mudanças. Concordo com Priscila quando diz que nada justifica que 245 mil alunos, de 15 a 17 anos, estejam fora da sala de aula no estado mais rico do país. Aliás, espera-se que o novo secretário de educação, José Renato Nalini, ao contrário do anterior, dialogue com os professores, com os pais, com alunos, com a comunidade escolar e com os sindicatos. Tem mais, ninguém pode negar o fato de que a escola pública, apesar de maltratada e desvalorizada pelos sucessivos governos paulistas, ainda, oferece a todos oportunidade em termos de igualdade.

Autor: Ricardo Santos é professor e jornalista

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

✅ Nenhuma criança deve ser comparada a outras.

A professora Zenita Guenther costuma dizer que se os pais pararem de comparar seus filhos com as outras crianças e começarem a respeitar o que eles são, metade do que as famílias percebem como problema acaba. Psicóloga de formação, Zenita é mestre em Orientação e Aconselhamento Psicológico pela Universidade South Florida e Ph.D. em Psicologia da Educação, pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. Estudou e trabalhou com a psicóloga e educadora russa Helena Antipoff, uma das maiores autoridades do mundo em psicologia da inteligência.

Depois de se aposentar da função de professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais, Zenita Guenther fundou o Centro para o Desenvolvimento do Potencial e do Talento em Lavras, Minas Gerias, um dos primeiros institutos a trabalhar com superdotação com foco em três vertentes: o atendimento a crianças, a famílias e a formação de professores. Hoje, há unidades do CEDET em Lavras, Assis, São José do Rio Preto e Poços de Caldas. Zenita Guenther recebeu a reportagem de ÉPOCA em sua casa em Lavras, no sul de Minas Gerais. Acompanhe trechos da entrevista no vídeo abaixo.

Veja a entrevista em: https://youtu.be/v4fFuYp3rAU

✅ CDH analisa projeto que obriga ensino de Libras na educação básica

Fonte: Ag Senado

O currículo do ensino básico pode ter a inserção obrigatória da língua brasileira de sinais. É o que estabelece o projeto (PLS 449/2013) apresentado em 2013 como sugestão no programa Jovem Senador, que destaca como preferência para o ensino de Libras o período entre o 6º e o 9º ano do ensino fundamental. Mais informações com o repórter Herbert Madeira da Rádio Senado neste link:  http://bit.ly/1QxUPhI

✅ Cidade gaúcha tem o menor índice de analfabetismo do país

Feliz, com 13 mil habitantes, ostenta o menor índice de analfabetismo do Brasil: 0,95%, segundo a última pesquisa do IBGE, feita em 2010.

Um exemplo de uma cidade onde praticamente todos os moradores sabem ler e escrever. São histórias de superação de brasileiros que não desistiram de estudar. O Bom Dia Brasil já mostrou o tamanho do desafio da alfabetização, mas tem solução e todo mundo pode ajudar. 

Tem municípios onde o investimento em educação já deu resultado. Um mutirão que envolve todo mundo. Um exemplo é Feliz, cidade gaúcha com 13 mil habitantes a 70 quilômetros de Porto Alegre que ostenta o menor índice de analfabetismo do país: 0,95%, segundo a última pesquisa do IBGE, em 2010. O município investe um quarto do Orçamento em educação e tem também um dos melhores IDHs, o Índice de Desenvolvimento Humano.

Veja a íntegra da reportagem em: http://glo.bo/1T6OGQe